Simion não perde de vista o governo: será tentada a discriminação por motivos de saúde, embora tenham prometido que a vacinação não será obrigatória

“Foi prometido que a vacinação não será obrigatória”, George Simion salienta, uma vez que há discussões antes da eliminação das restrições, a 1 de Junho, que pode haver alguns benefícios ou facilidades para as pessoas vacinadas em comparação com as pessoas não imunizadas pela vacinação. No contexto em que, à medida que a campanha de vacinação contra a covid-19 prossegue, tem-se falado constantemente, ultimamente, de certas flexibilizações das medidas restritivas, a começar pelo dia 1 de Junho, não poucos romenos, na sequência dos relatórios diários sobre a situação do novo coronavírus na Roménia, o co-presidente da Aliança para a União dos Romenos (AUR) também se referiu aos números.

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De qualquer modo não, mas lembrando na primeira fase os protestos anti-restrição na Capital e nas grandes cidades do país – desde o final de Março até ao início de Abril. O que, sugere o deputado, não levou a aumentos no número de casos de infecção com o novo coronavírus.

“Os números estão a diminuir, surpreendentemente. Poder-se-ia pensar que, após os protestos em que participou todo um país e em que também participámos quando fomos “culpados de serviço”, novos casos deveriam ter surgido. (…) Aconteceu que nada aconteceu, os números estão a diminuir e estas chamadas restrições praticamente nada fizeram. (…) Os números estão a diminuir não só na Roménia, mas em todo o mundo, porque ainda não se sabe quando este vírus funciona, mas podemos certamente ver alguns padrões.

“Podemos ver uma vaga, a segunda vaga, que se está a espalhar por todo o mundo, e agora por todo o continente europeu os números estão a diminuir – em parte, alguns dizem devido à vacinação, em parte devido a medidas restritivas, que não vimos funcionar, que são desmanteladas por muitos estudos recentes”, disse George Simion na Antena3.

 O líder da AUR: Eles vão tentar discriminar com base em critérios de saúde

O co-presidente da AUR quis destacar as posições tomadas pelo partido que lidera, relativamente a certas “medidas de combate a incêndios” que o Executivo teria tomado. “E no entanto, alguém tinha de fazer soar o alarme no espaço público. Fomos nós – de todo o Parlamento romeno apenas a AUR tinha posições críticas sobre algumas medidas restritivas, sobre algumas medidas de combate a incêndios tomadas pelo governo e penso que nos saímos bem, porque é necessário existir também denunciantes na opinião pública, quando acontecem irregularidades”, disse George Simion.

O líder da AUR voltou-se para um tema que tem sido cada vez mais debatido ultimamente, à medida que o momento de 1 de Junho se aproxima, em que se espera a flexibilização de algumas restrições.

 “Agora notamos que vão tentar discriminar com base em critérios de saúde, ou seja: aqueles que forem vacinados terão alguns direitos adicionais de acesso ao cinema, teatro, estádios, casamentos e baptizados em comparação com aqueles que não forem vacinados, embora tenha sido prometido que a vacinação não será obrigatória”, disse Simion.

Fonte: yogaesoteric 19 de Junho de 2021